lundi 27 mars 2017

Foto do *Die Zeit* - *Filet* para Compras - Bolos de Terra Vivos - Alberto Velho Nogueira, 1996 - Primeiras páginas

A partir da foto: porco atado transportado na bicicleta. Elementos dispõem-me no local, resultado do que determino num lugar a partir de qualquer objecto que mexa, que se desloque, vista fixa para ser um dos que habitam a partir do terreno vago. O que vejo fixa-me ao nº que sou, aos habitantes que enchem, deslocam-se, levantam-se para obedecerem ao transporte, ao que têm inscrito nos papéis, organização do trabalho, nascimento de cada para servirem de transportados, numeram-se pela deslocação, identificam-se ao que existe dentro deles em frente das casas que não se desfazem por se apoiarem umas às outras, reflexo na estrada igual ao dos outros. Viro a cabeça para trás para ser feito pela foto, em cada texto administrativo há foto, população, lugares em extensão, alargamento de cada lugar, condições da extensão. População sai daqui, terreno húmido, camiões transportam mercadorias, organizam o todo com militares, tribunais, alguém determina-se pelo nome, atribuo-me um ficheiro, a fixação num terreno, a proximidade ao mais insignificante, pertenço sem mais, escondo-me da sensação que parta de mim para ser mais do que eu próprio, que me marque mais do que eu próprio no transporte de animais. População desloca-se de bicicleta enquanto tomo antibióticos para me manter, o que faço na estrada, separo-me dos que colaboram, participam no administrativo local, entro nos estabelecimentos para ser habitante com filet para compras. Rodeiam-me, prendo-me por vestígios, ter andado no bosque, caminho com população nas ruas, nas estradas, transportes públicos. Antibióticos produzem saliva, afasto-me do que sou na estrada, partícula, divisão, dor nas costas enquanto percorro a pé por falta doutro meio para o volume que transporto. Multiplicam-se nas divisões que ocupo, habitantes de bicicleta. Para que me fixe por dentro, por fora, pelo transporte, situação evolui, distingo-me de quem me pergunta o que a vista apanha quando chove, o que se distingue na voz, fixo-me por ouvir um grupo, deslocação pela estrada, transporte de animais para os centros, campo é o que observo, aglomerado urbano depois. Saio dum buraco, dum amontoado de casas. O que lhe meteram no ouvido à saída de casa, mistura-se com a população na estrada, repetição, não diante dos que habitam frequentam sentam-se à mesa durante 8h de serviço, controlo do trabalho, enquanto outros na estrada, camiões conduzidos para o centro. Habitantes contam no centro, transporte de bicicleta, mercadorias oportunidade nova, consequência do que transportam. Sou feito de gotas, descubro-me vestígios no transporte, na duração de cada caso, nunca me fiz caso, um caso, qualquer coisa que não vivo dentro, aperfeiçoo-me pelo lábio, pelo que se desprende para ser-se o que se repete, a fixação numa única ideia com a qual ninguém vive na estrada. Afastado dos que se fixaram noutros pontos, transmitem-me nomes ao ouvido, trato-me de qualquer deficiência. Sou feito de localidades, exprime-se o que se introduz entre os lábios, na máquina dos dentes, na necessidade de comer, relação com a estrada onde passam camiões fabrico asiático, sons nos ouvidos, vibrações usadas. Fixam-me para me verem desfiado com a pele morta, tecidos iguais aos precedentes, renovo-me na estrada com camiões e transporte de animais, levam o que produzem, repito-me quantas vezes se sou constituído pelo que não se desfigura, não se modifica nos prédios do descampado, população num lugar, outra vez a casa que habitei para esquecimento, deslumbramento fixo no olho até rebentar as retinas. Estrada com camiões, transporte de animais, sou constituído por objectos, mais do que um, deformam-se na estrada, nos buracos causados pelo inverno, nas construções que substituem as que conheci por ter estado sem doenças, sem fixação a não ser a roupa, hábitos quando me visto, com que me visto. Animal não morto atado à bicicleta, levo-o para o centro, habito a estrada que me dirige para ser ouvido dos que me produzem, me contactam para venda dos animais produtos, vendo o que constituo, o que alimento, porco atado à bicicleta, contacto com a pele do porco, olhos bulbos determinam que há existência, continuidade no cozinhar. Camiões transportam animais, vozes na estrada para que reconheça o terreno que piso com as botas, calças são as mesmas. Escapo, determina-se o que se usa na cabeça, o que me vem ocupar os sons na cabeça com o animal na bicicleta, a distinção, a constituição do momento antes de o fazerem com o porco, ter eu próprio injecção directa ao coração, morto para ser elemento de saco, sacado, sacagem, animal outro transportado na bicicleta, vozes na estrada, sons dos camiões, coisas constituem-se por haver defeito igual. Contagem das árvores, nº de que depende fixar-se na estrada com camiões, defeito na estrada, transporto para, utilizo fala no negócio, estabeleço o preço, escolho entre isto, desenvolvo o que tenho, um contínuo que morre, o porco que transporto morre. Fixo-me ao fotografado, a rigidez de cada sobressalto, cada movimento que ouço constitui o repetido na estrada, habitante com estrada e transporte de bicicleta, matrícula a que me identificam, mora onde nunca se desfez, fez-se de novo, existência por defeito, desaparecem os elementos que o formam, edifícios, animais. Confunde-se com o que compra, repete o que come, arranja o imitado na cabeça, constituído pelo que mexe com as mãos, trata-se de arroz, de pão, agarrado ao que se desfaz nas caras dos que conhece. Momento define-se por estragos, deficiências, jeeps, motos, ruas têm prédios por haver quem descreva o que se sente nas luzes, nos anúncios, é iluminado pelo exterior, pelas motos, governa-se pelos jeeps, identifica-se com os que trabalham, se há luz nas ruas, se há continuação dos lugares, se os factos se ligam fora dele, nos lugares, geografia de quem olhe a produção do geográfico. Mão leva a lata de água à boca, esquece uns objectos quando fala noutros, acrescenta factos quando lhe dão origem ao recomeço, ocupado pelos que atravessam as ruas, é ele, determina-se pela língua com quem trabalha, fixa-se a Gõrlitz por foto que coincide com a geografia, qualquer lugar da China por ver-se na fotografia onde acabou, porco atado à bicicleta, foto dele num jornal, nada dele a não ser o que se repercute no alto da cabeça, tumor, aumento do tecido, ossos levantados, carapaça aumenta mostra aos que atravessam a rua, alguém faz o que ele faz, outros circulam identificam os camiões, a marca identifica o geográfico, num olhar sem utilizar outras amostras do que se passa num lugar com população, separa-se dele próprio, outro outros com porco atado à bicicleta numa estrada que leva a urbano na China, possível transportar de bicicleta animais mortos ou vivos. Come o que tem na tijela, olha para o que tem no armário, alguém fala explica o que se vende na loja, frascos enchem as estantes, esmagado pelos instrumentos objectos, açúcares a engolir, não produz mais do que passagem pela estrada que leva a um urbano na China, um lugar para que te localizem, observado pelos que enchem as ruas, numerado no braço. Cabeça inchada dentro da loja identifica-se ao que observa, comerciante com frascos, ao atraso da vista sobre o paisago, ao que se produz no armário, nos frascos, com a passagem dos jeeps, com a bicicleta porco carregado vivo, animais transportam-se para o matadouro, peça a vender, o que se produz vende-se, lógica nisto, locuções inventam-se quando se espeta o braço num urbano chinês para sentir-se na geografia adequada, existente não onde está mas no que espeta, pelo que faz, empurra a bicicleta com porco vivo. Aumenta, alarga o crâneo, continua-o para existir pelo inchaço da massa que lhe cresce sem que domine o crescimento, anómalo na China com bicicleta transporte do animal vivo, porco vende-se onde há compradores, mercado de animais vivos. Açúcar deforma-lhe o pâncreas, gorduras acentuam-lhe os líquidos produzidos pelo pâncreas, é útil transportar porco vivo, vendê-lo vivo, abrir a boca para ingerir o que tem nos frascos, distinguir-se dos que passam na estrada em direcção ao urbano chinês por ter animal vivo a vender, gordura suplementar ineficaz, peso a mais, esconde por cintas que o apertam. Meia cara é suficiente para saber-se com lata na mão, voz localiza-o num plano não inclinado, num urbano com outros. Visto-me dispo-me, constituo volume de mim próprio com roupas num urbano chinês com bicicleta e animal vivo, porco para venda, mantenho-me na loja que ocupo, alguém lavra os campos com cavalos de tracto, arado, métodos por pertencer a um terreno com telhados à vista enquanto alguém respira atrás dos cavalos, terreno mais elevado do que as casas, a garantia de que alguém vive no que tenho geográfico, o principal pelo geográfico, não me respiro, tumor incha no terreno dos cavalos de tracto, condutor tem casquette sobre a cabeça, gordura à volta da cintura. Eficácia no plano, no que se fixa antes de mim, plano fotografia do que se desenvolve quando trabalho para sentir o que não quero, instalado na fotografia dos outros, não conheço população rural, mudei-me para o lugar para reconhecê-lo habitado pelos que constroem, que respiram como respiro, encho os pulmões, guardo o que me transmitiram, fixo o que foram, mortos num geográfico, marcado na cabeça com tumor, inchaço verificável pelos que me procuram na loja, abro os frascos para identificarem cheiros, ocupações de cada. Um círculo à volta do que ocupo para alargar o lugar, acumulo memórias, múltiplo para ocupar o lugar de muitos pela estrada com camiões, a função na estrada, víveres para o urbano, de bicicleta com animal vivo atado, corpolência ocupa a traseira da bicicleta, possível transportar o que se cria, transporta-se o que se cria, não crio mais do que animais, pessoas nunca criadas, outras no campo que se alarga pela vista que se alarga pelo campo com cavalos de tracto puxados pelo DemjanjUssa de gordura na cintura, casquette objecto principal, característica dá-lhe existência com interjeições ordens para os cavalos, dirige ordens aos habitantes do terreno conforme guincha dorme come, trabalhador do campo com gordura à cintura para saber-se ocupante dum ponto único, ele e mais ninguém, ponto definido, vista capta porco vivo atado à bicicleta, origem numa fotografia, vivido na China, obedece à geografia, ineficaz no terreno estrada que leva ao urbano chinês, demografia aumenta, a mesma roupa, vestem-se despem-se, esfregam-se com escovas, pela TV o que se descobre, o que há a descobrir, vestígios do que se vive, porcos atados às bicicletas, inúmeros fazem o mesmo, cópia, verificação do possível repete-se desde que visto, porcos transportam-se em bicicletas, foto do *Die Zeit*. Edifícios aglomeram fabricantes, fumos determinam a fertilidade dos terrenos, espaços entre fabricantes e trabalhadores rurais. Rumores vêm dos tubos, dos fios eléctricos, da bicicleta quando de costas para o fotógrafo, o pescoço torcido, fotógrafo apanha-o de costas, parte da cara à vista, remorsos na pele, transporte de animal vivo para venda no urbano. Ocupantes da China, alguém o indica, conhecimento pelos camiões na estrada, aguenta até refugiar-se noutro geográfico, habitante de qualquer língua, quantos trabalham nos campos com cavalos, telhados vistos não só pelo que trabalha, identifico-me pelo que trago estrago encho, produção de fumos, edifícios esburacados, informações aos que habitam comigo pela roupa, pelos banhos, pelo que procuro nas farmácias, pelo sonoro que capto, enquanto fumos saem da terra, humidade onde pode, bicicletas encostadas às paredes. Progride-se com a vista para fora donde tenho roupa vestida, dispo-me recomeço o que fiz quando saí da humidade, inchaço dos pulmões vibração do coração, circulação acelerada, que fiz desde o, ocupo terreno pelas impressões na vista, na China com bicicletas, habitantes aumentam, ocupantes das estradas, população multiplica-se até perder o efeito do que sou, multiplico-me pela electricidade quando na loja com os frascos. Abandono os sons, faz-se o contrário do que fiz, abandono os frascos, não me identifico aos frascos que serviram de língua, lugar frascos com roupa que dispo para me tocar ocupante de bicicleta no urbano onde vendo animal vivo. Animais para guinchos de morte à faca, cortados em linha, produção dos que executam o que se come, o que se vende nos urbanos, cozinha-se para que tenham gordura à volta da cintura, vozes formam a geografia que ocupo com guinchos vozes na estrada, faço parte dum percurso com animal vivo atado à bicicleta, repito o que vi no *Die Zeit*, feito de bicicleta, reproduzo sons do animal vivo atado à bicicleta, camiões na estrada identificam-me o lugar, existo com múltiplos entre fumos das fábricas e dos crematórios das vísceras dos animais, imitam os guinchos dos que são abertos, hosmens imitam o que ouvem, vibram com os guinchos conforme abrem os animais, medem o campo dos cavalos de tracto, as fábricas que produzem fumo, crematórios queimam vísceras, gordura igual à que se contrai na cintura do DemjanjUssa quando com o arado, mastigação da erva que chega pelo vento à boca, respiração asma. Uma tábua nas traseiras da bicicleta para transportar o animal, hosmem a pé. Vendo onde me mandam, num caderno os kgs do animal vivo, a contribuição ao que me fabrica, constitui-se sensível se não guardo fotos do que fiz, se não memorizo, não repito o que fiz senão a partir das fotos, fotografo o que faço para que reproduza nas fotos entre o fumo das fábricas que se dispersa por haver foto que mo indica, calças vestidas sem as ter procurado, bicicleta com animal vivo, porco atado à tábua, o resto fotografado para que dependa dos recibos da venda do animal. Porco atado à tábua enquanto outros fazem experiências, mortos nos terrenos vagos, óculos postos, calças fora das pernas, braços abertos para que meçam a extensão dos membros, sobretudos colados ao corplo, porco atado à tábua, duas formas de transporte, uns levados em camiões depois de limpos os terrenos onde os apanharam. Casas num recinto, largo com edifícios públicos, horários das camionetas que transportam ao urbano na China se tudo coincidir com o estar na China, possuir porco atado à tábua, referências sobre os que atravessam a estrada, que viajam ocupam lugares conforme se exige, administração exige que se mude, agentes da mudança, presentes na China com porco atado à tábua presa à bicicleta segundo o *Die Zeit* que me determina o que sou na estrada com camiões que me fixam ao terreno onde se desenvolve a paralisia dos membros, olhos bulbos vêem a não ser que fixe no chão os corplos apanhados, óculos na cara do mais próximo, de braços abertos para que se meça a distância de mão a mão, envergadura de quem morre num terreno. Confusão nos actos, no que se sente, alguém organiza conforme as imagens que captam o urbano destruído na China por haver circuito TV, forçam o que se sente na estrada, tudo escrito num caderno, o que se paga por cada animal vivo, outras fases da organização seguem quem morra, braços abertos para que os meçam. Alguém existe na ligação das fotos na China, dirijo-me conforme os camiões na estrada, organização efectua-se, forma-se um todo que me marca o que sinto, formam-se bolhas, a pressão nos pulmões, a circulação enquanto porco guincha atado à tábua. Bombardeamentos rebentam paredes, quadros caem dos pregos esquentador no chão explosão do gás mesa com estuque caixilhos partidos vidros rebentados, normal quando a pressão se sente nos ouvidos, o sopro nos pulmões, membranas que tenho dentro, sacos, a pressão na cabeça. Tumor rebenta-me a parede óssea conforme rebentam os caixilhos dos vidros, a porta no chão, alguém levanta a ponta do avental para limpar a cara dos pedaços de estuque, lâmpadas penduradas balançam com a corrente, sopro alimenta os pulmões, respiração facilitada, fixação do olhar sem pestanejar, o invariável no sangue, intoxicação dos pulmões de quem estiver na praça onde as bombas rebentam, notícias na TV, populações na China transportam porcos até aos urbanos para a venda do que engordam, animais vivos, guincho nos matadouros. Variações do que sou, capador de gatos nas ruas conforme mo pedem, pago para individualizá-los pelo corte, cada gato tem o corte correspondente, animais vivos na bicicleta, vive-se entre tiros, barracas, lâmpadas balançam com as explosões, caras limpas com aventais, colchões abertos, camas não servem para dormir, durmo onde tenho lugar, estendo os braços, medem-me, medem os cadáveres de braços abertos, útil estar deitado sem dormir, transportar animal vivo, sentar-me enquanto espero o pagamento, a inscrição dos factos num caderno, a conta a pagar, as acções da administração, respiração diminuída quando não há explosões que aspirem o ar para criarem a corrente quente, bafo rebenta as portas, os vidros. Animal silencioso quando atado à tábua, conduzo a bicicleta para qualquer lugar com animal vivo, indispensável que me relacione com os habitantes, com os hábitos se não os conheço, a quem faço referência, exprimo-me se conduzir imagens dos olhos bulbos ao cérebro que se guardam para recomeçar os movimentos com economia, não repetir o olhar sobre o líquido espuma na boca do estendido no chão de braços abertos, medi-lo de mão a mão, óculos na cara. Contam-se para inventário, faço parte dos urbanos que se reconhecem pelo transporte de animais, quem tem outra função exerce-a à vista, reconhece-se o particular de cada, dos calceteiros nas ruas, dos que se deslocam no quarto com o sopro nos pulmões, sopro constitui corrente. Imita o timbre husmano se lho pedem, não impede o transporte nem o que sente em relação aos agregados, vive com uns quantos sem saber, sem sensível adequado, perdeu a ligação automática, senta-se na tábua do WC depois de limpá-la, operação confunde-se com as que viu fazer não na China, localizar-se é obedecer ao que viu no *Die Zeit*, copia, ingere fotos, faz colecção do que se retrata, vista é órgão que incha. Divisões assinaladas pelos objectos que lhes dão função própria, urinol duche dormitório, fases depois da estrada com o porco vivo atado à tábua atada à bicicleta até chegar ao administrativo venda, inscrição dos actos, entrada no urinol, descarrega os líquidos de pernas abertas, hosmens nisto, mulheres dirigem creches, cozinham, séculos nisto, arranjam as camas, limpam, hosmem com animal, companhia porco atado à tábua, a tábua à bicicleta, mulheres na limpeza dos quartos, divisões para os que chegam, contam quantos, individualizam. Trabalho de aniquilação dos que não pertencem ao ritmo, não vendem animais, operações de evacuação, limpeza, hosmens usam pijama objecto masculino, força muscular pés grandes, desenham nas paredes quando virados para os ladrilhos. Humidade escorrega pelas paredes descasca as paredes molha os ladrilhos, camas cobertas por plásticos, dormem durante o dia/a noite, deitam-se depois de evacuar, duche pijama pés nus, lugares camas, luz para que vejam as camas os que venderam os animais atados, alguns nos camiões, outros pela estrada, ele e agregados de bicicleta, animais atados identificados na China pela marca dos camiões, pela relação dos cheiros e dos fumos da gordura, crematório das vísceras. A cabeça composta de visual crematório, gorduras queimadas, quartos para que a cabeça organize o que tem a organizar nos urbanos, encho os lugares segundo a cabeça tocada pelo tumor, inchaço desaperta a carapaça óssea, pertenço aos que têm assistência, tratam-me depois de lavado, deitado, depois de dormido vou onde me tratam do inchaço da cabeça, casquette na cabeça igual à do condutor dos cavalos de tracto, frio na administração, aquecimento só para os que administram, hosmens no quarto, não há mulheres. Alimento-me do que se produz, das luzes do dormitório, WC tem luz quando de porta aberta, mija-se de pé, caga-se de cócoras, funções de que não saio, entre as duas, deficiência renal, anomalias do anus, transmito as dores à cara, à posição das pernas quando ando, quando ao lado da bicicleta onde atei o porco vivo, *Die Zeit* demonstra o que faço, a que estou pronto, não me exigem o lugar. A quem me dirijo, separa-se o que me é necessário do que me escapa pelas narinas, o que esqueço quando habito outra população, entalo a língua para que me refaça sem me meter num lugar novo, faço o que conheço, o que sou com animal atado à tábua, situação conduz-me a um lugar explicado pelas funções, o número de cada função, a repetição das partículas no ar, respiro, o animal atado respira até ao matadouro, retenho nomes conforme os lugares onde habitei ligado aos móveis, às correntes, ao que se fixa na vista depois de feito o que me pediram, pronto a dormir, acabar numa cama feita pelas que obedecem ao vocabulário, hosmens obedecem ao que se fabrica para hosmens, humidade nas paredes. Mulheres têm filhos por obediência ao que lhes inculcam, hosmens inculcam, atitudes reconhecem-se a cada ocasião, motores organizam, camiões no transporte para o urbano, mercadorias população militares, quanto mais mudo de lugar mais reconheço o que me obriga ao dormitório, depois de ter visto a organização dos campos, superfície conforme aos dormitórios, esperança de vida atribuída aos lugares. Repito o que me obrigam, sou explicação do que me sucede, urino para a parede com jornais debaixo do braço, informo-me dos horários dos transportes públicos, combóios, pertenço ao que se organiza, serviços repetem-se para que me pareçam o inalterado, adivinham-se as funções enquanto houver campos transporte de animais matadouros, China é um organizado, articulação muscular obedece ao que vejo, mudo conforme as fotos que me dirigem. Feito do que não se formula, do que se hesita quando se entala a língua, lugares frequentam-se com desleixo, frequência dos WCs segundo as necessidades sem pressão na fala, na utilização da língua num ponto horizontal enquanto os pulmões se enchem depois da pausa, ponto zero dos pulmões, equilíbrio entre o fora e o pouco dentro enquanto me viro para os que me vêem sem me fixarem, fixo o que me mostram, fixado pela foto numa estrada, casquette na cabeça, obedeço a uma geografia se as administrações se repetem, primeira divisão para evacuações, duche, dormitório, instalações degradam-me, estuque cai das paredes amolecido pela humidade que existe basta que se respire. Não passa sem ajuda de divisão para divisão, organização constitui discurso, humidade, posição das pernas no chão, bicha forma-se pelos que vendem animais vivos transportados em bicicletas, outros em camiões, material para desenvolvimento, dispõem-se ao serviço do dormitório. Igual a qualquer com arado, cavalos de tracto, perspectiva dá-me o burgo, os telhados, subordino-me à perspectiva, sensações conforme o crescimento dos ossos, matéria medula óssea, ingrediente do sensível fabrica-se nas ruas com a vista, com os passos, ocupação de cada lugar segundo os sons, as disposições da vista, o tamanho de cada na foto, população nas fotos depois de desfeitos os prédios. Junção entre arado cavalos de tracto e destruição das zonas que me retêm por as ter habitado, feito aos poucos nas zonas que me escapam, camada óssea sujeita a trabalho, refeitórios, salas com convidados, copo na mão, o que não quero, não pertenço e estou preso por arado, pelos cavalos, pela bicicleta, pelos que crescem na rua, cresci sem pertencer ao terreno, forçado à bicicleta, porco atado na foto do *Die Zeit*, vivo por fotos, emblemas, distâncias de mim ao terreno, ocupo o que a vista me dá, olhos bulbos aglomeram, constante de olhos bulbos abertos, sono durante a noite dá luminosidade aos olhos bulbos, captação da luz quando verifico o crescimento, volto ao ponto de partida, não nasci aqui, adulto por ter o sensível organizado pelas fotos dos jornais. Alguém morto no terreno de braços abertos, as acções segundo as informações, experiência igual à minha, adulto de olhos bulbos abertos durante o dia, de noite reconstituo a vista, recebo o luminoso, altero os circuitos nervosos com a luz, as imagens são o que sou nos refeitórios com husmanos de trabalho presos às cadeiras, refugiados no último bolo, na comida que compram nas lojas, vendo matéria em frascos na minha, cheiros quando os destapo, quando abro a porta, que me peçam para abrir os frascos, sei o que faço, conheço a distância de Bruxelas a Antuérpia por decidir transpor o que sinto para a vista, para a altura dos factos a 1m72 do solo, o resto é efeito pelo alto da cabeça, tumor força a carapaça óssea, forçam-me a carapaça para o crescimento, olhos bulbos ocupam os alvéolos em que sítio esteja, abro-os para sentirem a pressão óssea, a força da luz, sensações se estou bloqueado pelo que me fazem, agente de deslocações, se páro não encho a vista, os husmanos de trabalho presos às cadeiras, ao último bolo, gulosos com barba de dias, caem as carteiras às mulheres, desejam sem saber, constituem língua por haver quem lhes dê língua, organização, mulheres limpam o chão, fazem as camas, reproduzem as imagens apanhadas pelos hosmens que lhes transmitem o que fabricam, imagens deles durante o trabalho, no refeitório, a vista capta quando parados, comem o bolo, um bolo por semana, depois fim de semana, vista sobre os husmanos de trabalho, voltam para fixarem a língua, ensinam a língua às mulheres que lavam o chão do dormitório, da sala dos duches, de qualquer sítio. Fizeram o que lhes apeteceu, no refeitório com outros, ninguém só no refeitório, controlador não deixa, chama alguém, dois ou mais, sempre mais no refeitório para que utilizem os canais até ao estômago, continua no terreno o que sucede em cada, preso ao terreno, ponto geográfico é ¨notório¨, fornece-mo o *Die Zeit* em fotos, lugares estão nos mapas, faço-me igual às distâncias por estar na vertical, equilíbrio, sapatos nos pés, escolho um nome para me alimentar dos lugares, fruto do geográfico, do que olho quando viro a cabeça com tumor, carapaça óssea rebenta-me a crosta, cresço embora adulto na China numa estrada com bicicleta, porco atado à tábua, adquiro sensível pelo *Die Zeit*, no emprego, no refeitório com o último bolo, com população, na China com grupos, na venda do porco atado à tábua, no que demonstram as fotos, não além do que me mostram, marcado por horários modos trabalhos figurações fotos, estradas a percorrer com animal criado para venda enquanto vivo, pernas servem para dirigir-me aos lugares das fotos, transporto-me para o que conheço nos mapas, cavalos de tracto conduzidos pelo hosmem da casquette. Vendo o que tenho nos frascos, ervas para infusões, confundo-me com o que os frascos contêm, reflexo dos vidros, mudo de cara quando viro a cabeça para o fotógrafo. Rotação é o que se adapta ao que sopra, ao som que enche a foto do *Die Zeit*, ao que vai de Bruxelas a outro sítio sem que mude de perspectiva, em Bruxelas para dormir entre canais, reflexos nos vidros, ervas contorcem-se nos frascos, asfixiadas, cheiros são a última consequência, torcidas deitam cheiro, carapaças tortas pela asfixia, ervas vivas nos frascos azluis [Nelson Goodman - C. Z. Elgin], cor nos reflexos dos olhos bulbos durante o sonoro circular, o azlur das ervas, obter uma cor que me facilite a resistência ao enervamento, nervologia, não tenho mais do que a carapaça azlur,

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